As pessoas têm medo da solidão: elas não gostam do “barulho”
do silêncio. Elas necessitam das interações sociais e dos barulhos da
modernidade para se sentirem parte do mundo. Eu acho a solidão um presente. Os
segundos, minutos, horas em que você pode desligar-se da civilização, das
mazelas da humanidade e da opinião alheia são uma dádiva a ser aproveitada e
comemorada com alegria transbordante. Entrar em contato consigo mesmo é o
melhor remédio para um mundo de angústias, de prazos, de compromissos, de pancadas,
enfim, do mundo em que vivemos nos tempos de hoje. Se interiorize, dê a si
mesmo um tempo para refletir e relaxar. O mundo é hostil, mas se torna mais
ainda quando você não se permite ter sua solidão.
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